sexta-feira, 8 de julho de 2016
quarta-feira, 6 de julho de 2016
sexta-feira, 17 de junho de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
sexta-feira, 10 de junho de 2016
quinta-feira, 9 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
Visita ao Museu Histórico Abílio Barreto
Inaugurado em 1943, é a instituição que guarda parte significativa da história de Belo Horizonte. Situado no bairro Cidade Jardim, seu conjunto arquitetônico compreende o casarão secular, sede da antiga Fazenda do Leitão, construída em 1883, e o moderno edifício-sede, inaugurado em dezembro de 1998, primeiro local originalmente concebido e edificado para abrigar um museu na capital. Na área externa, estão os abrigos para o bonde elétrico e a locomotiva a vapor, o coche, o palco ao ar livre e os jardins concebidos como local de educação e lazer. O MHAB adquire, conserva, restaura, estuda, mostra e difunde sua coleção histórica. Sua política de ação educativa é ampla e dinâmica, promovendo o conhecimento e a valorização do patrimônio cultural. Por meio de exposições temporárias e intervenções urbanas, estimula reflexões sobre a cidade contemporânea e contribui para a interpretação de espaços caros à memória coletiva.
Crítica aprofundada do vídeo do objeto interativo
Após a apresentação dos trabalhos, o vídeo que eu escolhi de alguém do grupo é o do Otávio César. O objeto dele constitui de uma série de componentes eletrônicos que modificam a voz de quem fala ao microfone. No vídeo, ele explica de forma clara o funcionamento do objeto, portanto não utiliza de efeitos e nem música. Meu maior incomodo é o fato do vídeo não mostrar pessoas interagindo com o objeto, isso poderia trazer novas impressões e até instigar mais a curiosidade de conhecê-lo. Apesar disso, é de fácil compreensão e expressa muito bem as interações que podem ocorrer.
Link do vídeo: https://youtu.be/cBVF-4x_Grw
sábado, 28 de maio de 2016
domingo, 22 de maio de 2016
Parágrafo sobre representação e experiência presencial
Para a aula no Parque Municipal precisávamos escolher um lugar para estudo prévio e pessoalmente depois. Meu ambiente escolhido foi a pequena praça que há no cruzamento da Avenida dos Andradas com a Alameda Ezequiel Dias. Aparentemente pelo Google Street View parece ser um ambiente agradável para se passar uma tarde, mas ao estar pessoalmente lá percebemos que o agito da vida urbana causa certo incomodo ao visitante. O barulho do trânsito é sem dúvidas o que mais desagrada, além da grande movimentação das pessoas que usam a praça como corredor de passagem para o centro. Portanto a representação do ambiente somente por imagens nunca poderá corresponder à sensação que sentimos ao estar nele, os barulhos, a movimentação, os cheiros, tudo influência na nossa percepção. Já que não há como representar essas impressões por uma tela de computador, nunca saberemos o quão fiel é a imagem ao local real.

Festival Cidade Viva e Batalha dos Mc's no Viaduto Santa Tereza
O objetivo do Festival Cidade Viva é ocupar áreas publicas como vias urbanas e praças para fins recreativos, com espaços de lazer variados que atendem à todos. É promovido pela prefeitura com diversos patrocinadores. Brinquedos infláveis, oficinas educativas, gastronomia e musica ao vivo compõe o evento que ocorre na parte de cima do viaduto. O festival se apropria da via urbana que é pouco utilizada aos domingos, igualmente com o que ocorre na Avenida Afonso Pena com relação à Feirinha Hippie, trazendo entretenimento e diversão na área central da cidade, de fácil acesso à toda população.
Já na parte debaixo do viaduto a Batalha de Mc's toma conta do espaço pelo menos duas vezes por mês. O espaço é ocupado pelo movimento hip hop, com muita musica, grafite, skate e break dance. Além dos frequentadores, muitos vendedores ambulantes aproveitam a movimentação para vender seus produtos. É perceptível a falta de estrutura do evento, já que não há qualquer incentivo da prefeitura para que ele aconteça. Faltam lixeiras, banheiros públicos, além da dificuldade de acesso para as pessoas que chegam por cima do viaduto. Esse espaço é um grande simbolo de resistência para diversos grupos e também para muitos o único lugar de entretenimento da cidade.
A diversidade que o viaduto abriga é impressionante. Na imagem abaixo podemos observar o evento de hip hop na parte debaixo da estrutura enquanto na parte de cima um pula-pula inflável atendia às crianças. O público que frequenta ambas as partes são diferentes o que prova como o viaduto comporta variados grupos da cidade, de diversas classes sociais e hábitos.
sábado, 21 de maio de 2016
Evolução do meu Objeto Interativo e resultado final
A maquete volumétrica de meu objeto propunha uma brincadeira com reflexos, tive muita dificuldade em espacializar tantos espelhos assim portanto mudei totalmente o rumo.
Adicionei ao meu objeto brincadeiras com sombras, portanto a ideia inicial de brincar com a visão e o tato se mantiveram. Para isso, usei de botões (on/off e de pressão) que ao serem acionados ligavam diferentes leds de cores variadas, as sombras então eram projetadas em um pano que cobria o objeto. Por fim, acredito que meu objeto conseguiu atingir seu objetivo, instigou a curiosidades das pessoas para que elas interagissem e descobrissem o mistério por dentro dele. O fato das pessoas não verem as próprias mãos fez surgir frases como: "Ai, tem uma mão aqui" e "De quem é essa mão?", entre outras que eu ouvi. Fiquei feliz com essas reações e com a maneira que o descobrimento do objeto se dava não só individualmente mas também em grupo, um ajudava o outro através do tato a achar botões.
terça-feira, 17 de maio de 2016
Estratégias de apropriação do espaço (Parkour, Deriva, Flaneur, Rolezinhos e Flash mob)
Criado na década de 90, Parkour é uma atividade física difícil de categorizar que se assemelha a métodos de autodefesa nas artes marciais. De acordo com o seu fundador David Belle, o parkour consiste essencialmente em superar todos os obstáculos como se fosse um caso de emergência, como por exemplo: escalar muros, equilibrar-se em corrimãos, saltar entre vãos, etc. É incessante a busca pelo desenvolvimento da autonomia do corpo e mente sobre os desafios do cotidiano. Busca-se isso através do trabalho da força, resistência, explosão muscular, equilíbrio, determinação, concentração, persistência, entre vários outras técnicas para alcançar o melhor potencial físico e mental possível.
Deriva
A teoria da deriva é um dos trabalhos de autonomia do pensador situacionista Guy Debord. É uma técnica que procura entender o espaço em uma dimensão psicogeográfica - compreensão do espaço e de sua influência na natureza psíquica e emocional das pessoas. O objetivo da deriva é refletir sobre a cidade de modo psicogeográfico para estudar a transformação do urbanismo e da arquitetura. É como andar na cidade deixando com que o meio urbano molde o caminho, ficar à deriva do ambiente, e através dessa caminhada traçar um mapa com objetivo de observar o resultado obtido e perceber como todos somos agentes construtores da cidade.
Flaneur
O termo “flâneur" vem do verbo francês "flâner" que significa caminhar, ou até mesmo "vagabundo", "vadio" e "preguiçoso". Está diretamente ssociado à teoria da Modernidade cujo marco inicial é a obra de Charles Baudelaire, em especial o tratamento que este poeta e ensaista dá a carecterização do homem moderno cujo habitat natural é a propria cidade, a metrópole. Simplificando, é aquele que anda pela cidade sem um compromisso ou objetivo para tal ato, e sim somente para experimentá-la através de seus sentidos..
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| Flaneur - aplicativo para celular. Jogo de arte minimalista sobre a exploração, não ligado a metas ou diretrizes. Disponível para Android. |
Rolezinhos
Os rolezinhos são encontros marcados pela internet por adolescentes, geralmente em busca de diversão, por praças e até shoppings. No começo, os eventos eram convocados por cantores de funk, em resposta a um projeto de lei que proibia bailes do estilo musical nas ruas da capital paulista. Os eventos continuam a ser promovidos, mas agora por todo o país, como forma de protesto contra o preconceito e segregação social. Os rolezinhos vêm ganhando destaque no noticiário brasileiro devido a supostos delitos cometidos por alguns participantes, como tumultos, furtos e agressões.
Flash Mob
Flash mob é a abreviação de "flash mobilization", que significa mobilização rápida, relâmpago. Trata-se de uma aglomeração instantânea de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente organizada. Para efeitos de impacto, a dispersão geralmente é feita com a mesma intensidade. Por seu caráter coletivo e performático, ele se tornou "moda", ganhou novas conotações, sendo usado para o marketing, principalmente.
Bibliografia:
http://www.tracer.com.br/parkour/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_deriva
http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=11245
https://en.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%A2neur
http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2014/01/entenda-o-que-sao-os-rolezinhos-e-a-repercussao-que-causaram-na-internet-4390554.html
http://www.mundodadanca.art.br/2011/05/flash-mob-o-que-e.html
https://www.youtube.com/watch?v=O_52kTYGD1c
domingo, 15 de maio de 2016
Texto sobre Seminário de Interação
Para esse seminário deveríamos escolher dois exemplos de trabalhos na área de Design de Interação e afins, meu grupo então escolheu os trabalhos "Sandbox" de Rafael Lozano-Hemmer e o projeto "Friendly Twist" da empresa Coca-Cola.
O projeto "Sandbox" consiste em câmeras, projetores e uma caixa de areia. As câmeras gravam a movimentação dos braços das pessoas na caixa de areia, essas imagens são então projetadas em tempo real na areia da praia onde pessoas andam e vise-versa. Com essa interface é possível que as pessoas interajam mesmo que a distância.
A interação que essa estrutura cria é muito rica e portanto programática. A liberdade é tanta que na criação das imagens não estão presente somente as pessoas, objetos e até animais são utilizados para formar as imagens. Isso mostra como o projeto é acessível a todos que ali passavam e também instiga a exploração. A obra atinge seu objetivo uma vez que não restringe ninguém a participar e cria uma rede programática, abrindo espaço para o acaso.
Já o projeto "Friendly Twist" da Coca-Cola é um pouco mais simples e tem fundamentos na propaganda de sua marca basicamente. Nele, garrafas de Coca-Cola são disponibilizadas para pessoas, porém a abertura delas só acontece quando duas garrafas se juntam pelas tampas que contém encaixes.
A interação ocorre somente entre duas pessoas, sendo sempre finalística: ambas querem abrir a garrafa. Colocando um objetivo para a interação diminuímos o grau de abertura e portanto os diferentes resultados dela. Muitas vezes a relação entre as duas pessoas não se perpetua depois da interação, o que prova que o não ocorre um estímulo para a sua continuação.
A proposta de propaganda é bem executada, já a parte de promover a maior interação entre as pessoas é nitidamente falha, cabendo então aprimoramentos para fugir da lógica finalística.
Grupo: Ana Carolina Carvalho, Luiza Okubo, Mariana Figueiredo, Pedro Rodrigues, Rogério Ribeiro, Thais Soares e Túlio Henrique Medeiros
Crítica feita ao objeto interativo do colega
O objeto apresenta um holograma que pode ser observado por apenas uma pessoa de cada vez, como não há nenhuma resposta do objeto perante a essa observação nesse quesito a interface é reativa, pois não há estímulo por parte do objeto. Por outro lado, varias pessoas podem observar por uma tela o olho de quem esta vendo o holograma, o que sugere diferentes respostas delas, como estranhamento, curiosidade, humor, etc. Isso é a unica interatividade entre as pessoas que o objeto propõe.
Considero então o objeto finalístico uma vez que é apresentada um holograma pré-determinado que provoca apenas reações variadas dos observadores. A resposta final sempre será a mesma: a observação do holograma.
Para aumentar o grau de abertura e a interatividade objeto-pessoa proponho a junção com outro objeto: um periscópio, assim o observador poderia "moldar a sua visão", criando varias possibilidades de combinação.
Além disso, para proporcionar maior interação entre as pessoas, sugiro uma interface -na tela em que o olho da pessoa observadora é visto- em que as pessoas possam usar de efeitos visuais para criar formas diferentes e brincar com a imagem do olho, aumentando assim a interação.
sábado, 14 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Objeto para corte a laser
A ideia inicial do meu grupo era fazer um objeto funcional, pensamos então em um a estrutura que pudesse suportar uma pessoa e também ser um porta objetos como cartas, jornal, revistas, livros, etc, mas como as dimensões da chapa são limitadas e sua espessura também não tivemos tanta liberdade pra fazer com que o objeto fosse resistente e grande também. Então reduzimos as escalas e acabamos por fazer um objeto que poderia ser usado para organizar coisas em seus vãos. Infelizmente a funcionalidade foi reduzida e a interação objeto-pessoa também.
(vista de cima) (chapa para corte)
Exposição Farnese de Andrade – Arqueologia Existencial

A exposição traz obras de uma beleza assustadora (literalmente) do artista mineiro Farnese de Andrade entre as décadas de 70 e 90 que retratam questões como religião, loucura, mistério, razão e sexualidade, um trabalho fortemente autobiográfico.

A aparência macabra de suas obras provocam sensações diversas: medo, repulsão, curiosidade, aversão, podendo ser consideradas "o lado obscuro da modernidade". Com objetos velhos que fizeram parte de sua vida ele cria combinações e colagens um tanto interessantes e bizarras, utilizando de bonecas, retratos de família, objetos de madeiras, estátuas de santos e móveis antigos.
É possível perceber influências do Dadaísmo e Surrealismo, além do barroco da época colonial.
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