
A exposição trás a produção do artista a partir da década de 1950 até seus últimos trabalhos nos anos 1990. São telas com pinturas fortes, com muita textura e intensas. As diferentes representações de um mesmo desenho nos provoca sensações diferentes, com cores predominantemente frias o artista brinca com a representação das figuras.


Há grande presença do drama em suas pinturas, as expressões nos rostos e nas paisagens parecem monótomas, com linhas indefinidas, sempre com cores escuras o que cria um cenário trágico em suas telas. Angústia, melancolia, efemeridades e medo representam muito bem a vida cotidiana do homem moderno em seus quadros.

Os carretéis em suas obras referem-se ao seu passado, suas memórias mais longínquas (seus brinquedos de criança).
" O artista vem a ser o solitário, sobrecarregado pela dor da vida, melancólico sobre a irreversível perda da inocência que expressa sua condição existencial através de grossas tintas que, agora, se tornam metáforas de uma escorregadia, movediça e pessimista apreensão da vida."
(Michael Asbury, disponível em: http://acervodigital.iberecamargo.org.br/EV2014005/)
Nenhum comentário:
Postar um comentário